Contito pretensioso à moda
domingo, 16 de janeiro de 2005
por Nuedos
Era uma vez, como sempre, uma princesa de aparência comum que dizia: agrada-me dissimular no amor, ao falar em falsete com suas sandálias de tiras douradas. e como desejasse receber afagos deitava-se semi-nua junto ao viveiro de pombas, não as da Catirina, mas outras. e lá permanecia posta em sossego, sem sem importar com os arrulhos quando surgiu um pequeno príncipe (previsível, embora indispensável) de pequenos olhos meigos e visão curta mas grande onde verdadeiramente importava a buscar a Beleza Verdadeira, o que lhe rendia boa dose de escárnio entre os da aldeia. a singular rapariga cleptomaníaca da virgindade dos garotões arrastou-o para a cama com um só golpe enquanto balançava as tetas. e embora o amor com amor se pague, logo depois o príncipe partiu sem se importar com o saldo do encontro mas com boa dose de sabedoria para escrever obras eróticas menores o que lhe rendia popularidade singela. a princesa continua com as mãos na cabeça e cedo sai da toca a buscar alimento.
