Poetas
domingo, 13 de março de 2005
por Nuedos
(para o Yardbird)
Os operários (gr. poietés) das letras existem em nossa língua desde o século XIV (Esopete Português).
Apreciam bailados de ventos e envelopes distraídos; dialogam com planetas, com transparências e relógios; seguem calendários como a medir o pulso da vida.
Sem eles, a infância e a madureza se tornariam inúteis, à semelhança de paredes sem janelas.
Morfologia - a Ciência diverge: ora os classifica entre necessários e reais, como os substantivos, ora como seres diáfanos, habitantes de eternas manhãs brumosas.
Aviso importante - sempre que encontrar um poeta, leia-o calmamente, como este aqui.

Este passou-me amigo. Nem sei como te agradecer, embora me pareça sempre que o "poeta" usado comigo seja excessivo. Grande abraço
P.S.- Este teu espaço merecia muito mais atenção. Vá-se lá perceber as pessoas
Escrito por yardbird | 19/03/2005 18:22
Alegra-me saber que tenhas gostado do texto, Yardbird, além de honrar-me com tua visita!
Escrito por nuedos | 19/03/2005 23:37
E dando 'passos em volta': as palavras são bonitas; os amores-perfeitos perfeitos; as cores e os passaros exclamam Liberdade!
Escrito por rita | 20/03/2005 00:56
E, em côro, repito Liberdade!
Escrito por Nuedos | 20/03/2005 18:55