Os sete transtornos de personalidade capitais
Com a luxúria agora rotulada de “compulsão ao sexo” e gula virando “transtorno alimentar”, não é de se espantar que os católicos estejam incertos quanto aos sete pecados capitais.
Eles costumavam ser chamados de sete pecados capitais: luxúria, gula, avareza, preguiça, ira, inveja e soberba. Eram capitais porque levavam à morte espiritual e, portanto, à condenação.
Agora, alguns teólogos não estão certos de onde fixar a linha sobre os pecados, ou mesmo, de fato, se há uma linha a ser fixada. Em nosso mundo terapêutico sentimentalista, a idéia de um “pecado mortal” que condena o pecador ao Inferno se mostra demasiado fatalista, até mesmo irracional. Hoje, a noção de culpa pessoal, que servia de base para a idéia dos sete pecados capitais, parece existir apenas de uma forma caricaturada. A cultura Ocidental pode apenas compreender o ato de pecar como um sintoma de uma lamentável doença psicológica. Comportamentos já denunciados como pecaminosos são hoje discutidos através da linguagem da terapia ao invés da linguagem da moralidade. Os velhos pecados capitais tendem a ser vistos como transtornos de personalidade que requerem tratamento, ao invés de transgressões que merecem punição. Continue lendo »



