Restos de diários literários

(depuis longtemps)


E eu? Continuo com a cabeça arejada e o coração bonito em sua companhia? Ou você arrancou-me esse precioso oxigênio interior e tornou meu coração mais feio?


Zum Geburtstag viel Glück, zum Geburtstag lieber ruivo nos mistérios!


Escondi-me pálido e reivindicativo por trás da silenciosa primavera que me acometeu. Espera só a vingança do verão!


Sirvo para viver. O motivo? Aprendi a morrer. (Ah Jorge Oliva!)


Verdadeira anta indecisa, mas com um cruzada de pernas dos Diabos!


J’suis un personnage guidé par mes mémoires à la mémoire de moi!


Ainda não me acostumei a estar imã de gente imbecil!


Servos do Senhor pagam dízimo, não recebem!


Minh’alma hoje se reconhece cega e sem bússola desde o nascimento.


Nada que um livrinho de auto-ajuda e uma voltinha num Twingo com bancos reclináveis não resolva, não é?


Queixar-me da vida? Eu hein! Prefiro plástico bolha!


Teus olhos brilham qual gelatina de cachaça! E eu sou abstêmio!


Perdi meu diário secretíssimo com o teu coração dentro. Arranjo outro. Diário, é claro!


Substituiu todo o esforço de calar a boca pelo tradutor eletrônico!

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