Aqui ó, entre a garganta e o peito

Bastou a madrugada para me comover assim. Quase naufrago!


Era uma vez e sempre será.


Tudo se ilumina com o teu olhar de manhã.


A espera é um nada diante do afago de tua presença!


Analfabeto só consigo ler tuas cores.


Falei-te o mínimo. Emudeceu-me o coração.


E afinal, prisioneiro ainda posso sonhar?


Expandi minh’alma para te alojar em conforto.


Insisto em sorrir-te para evitar a despedida.


Apesar dos disfarces, perco a modéstia e transgrido como bem imaginas.

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