Na soleira da porta, o passado inerte se multiplica em burburinho inconfundível como caleidoscópio de desprezivel significado, mas de exibicionismo pouco comedido. O cheiro da grama e das nuvens (ah esse crescente interesse em dissecar os cheiros!) passa urgente como paisagem da janela de trem. E eu voltarei a dormir e a flertar com o delírio.