Testemunho – II

Em resposta ao convite simpático do Moacyr, vou fazer um copy-paste de um comentário num blog amigo onde, nesta ‘corrente’ literária, manifestei os meus gostos, por entender que este questionário deveria ser livre e não limitado a três pessoas, escolhidas pelo autor do post.

- “Que gira ideia! Através deste post podemos conhecermo-nos mais um bocadinho (e eu gosto disso)! É difícil referir entre tantos um livro que gostava de ser, acho que preferia ser um poema de Baudelaire, p. e. a transeunte de ‘À une passante’.O último livro que comprei foi ‘O animal que logo sou’, de Jacques Derrida e o que li ‘Rapariga com brinco de pérola’ de Tracy Chevalier. No presente estou a reler ‘O amor e o ocidente’, de Denis de Rougemont e sempre poesia, que vai permanecendo aos pares na mesa de cabeceira: um é sempre de Baudelaire o outro varia e neste momento é de António Ramos Rosa. Para uma ilha deserta levaria certamente poemas de Baudelaire,Pessoa, Eugénio de Andrade, Sophia de M.B e Andresen, Jorge de Sena e Rilke, e Gabriel G. Marquez, Hermann Hesse, Marguerite Duras, Ruben A. e A. Lobo Antunes.RitA | 04.12.05 – 5:48 pm”.

Acrescento, que:
- para a ilha deserta ia mesmo carregadinha de livros, ainda que os levasse só em memória, pois Herberto Helder acompanhar-me-ia seguramente;
- entretanto leio ‘A Misteriosa Chama da Rainha Loana’, de Umberto Eco, acompanhado com ‘As Palavras que ninguém diz’, de Carlos Drummond de Andrade; e
- uma personagem de ficção que de momento me lembro ter-me perturbado foi E.T., por tudo o que de bonito encerra, me transmitiu e transmite.

Gostaria de passar este testemunho ao ‘Nuedos’ (www.apeh.freestarthost.com/blog) e a todas as pessoas que passearem por lá… Obrigada, Moacyr.

//sent by Rita

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