Detenho-me em ouvir-lhe o silêncio
e esboço paisagens interiores.
Sobreponho-lhe o meu e,
ao me deter nos silêncios,
alcanço desertos
(minha voz era um sopro estéril).
Detenho-me com o silêncio
e com as miragens de topografias
previsíveis,
desoladoras,
desbotadas.
Detenho-me em soletrar
despedidas.