Destampei-lhe a cabeça e, no silêncio, me fechei. E, assim, encontrei as rotas de uma saga sem lustros. Avistei-me, num segundo, na multidão de desalentados a vagar, a vagar. E desabriguei seu corpo a exalar indiferença. Desvendar enigmas? Encontrar o sangue da argila apodrecida? Exibi-me austero no cortejo de insanos, e inventei-o em fúria a lançar dardos na penumbra e depois. Autorizei meus erros e seus desejos. Fechei os olhos. Perdi a fala. Perdi-o de vista. Perdi em pressa. Perdi os trapos. Perdi seus amparos. Perdi certezas. Perdi dentes. Perdi a porta. Reencontrei-me em dor.