Falar para ninguém é hábito antigo e se plasmou desde a infância como o insistir em caminhar. Ao esforço para andar chamaram de persistência e, depois, se ampliou para a vida e para o enfrentamento dos problemas. Tornei-me virtuose, ou melhor, andarilho virtuoso. Falar, ainda que para ninguém, me torna fiel a mim mesmo.