Fotograma
A caneta-tinteiro repousa em abandono sobre um papel anônimo, retida em fria e imperturbável inércia. Nela se espreita um silêncio miúdo: nada confessa ou diz a tal caneta. Somente acena com fome de ar e de movimento.
A caneta-tinteiro repousa em abandono sobre um papel anônimo, retida em fria e imperturbável inércia. Nela se espreita um silêncio miúdo: nada confessa ou diz a tal caneta. Somente acena com fome de ar e de movimento.
Publicado por Moacyr em 18 de setembro de 2005, às 8:51. Você pode acompanhar os comentários por RSS e escrever um comentário.
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