Anyada buena
Não é a palavra
nem o violino
que flutua
parece outro tempo
que nasce
sem limites
infinito
mas não
é outra luz
a sustentar
ligeirezas
como este
poema.
Não é a palavra
nem o violino
que flutua
parece outro tempo
que nasce
sem limites
infinito
mas não
é outra luz
a sustentar
ligeirezas
como este
poema.
Publicado por Moacyr em 5 de outubro de 2005, às 10:23, na categoria ‘Palavra’. Você pode acompanhar os comentários por RSS e escrever um comentário.
Movido a WordPress. Hospedado por Awardspace.
Entradas (RSS)
e Comentários (RSS).