Arquivo de novembro de 2005

15 de novembro de 2005

Sem som

Diariamente, recebo intermináveis textos de auto-ajuda, confusas mensagens filosóficas, insistentes bilhetes apaixonados e reiterados pedidos de auxílio. Todos desnecessários, aborrecidos, autênticos inventários de nulidade e de solidão humanas. Prefiro os bêbados com sua imprevisibilidade poética.