Arquivo
Busquei-te as mãos e aconcheguei solidões e mistérios. E espreitei palavras, as mais simples e pálidas, e suportei a dor. Para as feridas de ausências, tua voz se fazia bálsamo e, para mim, bastava. Assimilei regras, descartei papéis e eliminei a imensidão de gestos. Desta vez, o silêncio será pousada e alquimia para abreviar vazios e ampliar o tempo das colheitas.