Interioridades
metrifico improvisos
em distraídos poemas
sem avanços
e com impaciências
como limões
avessos ao anonimato
impossível não ler
Dylan Thomas
ou me importar
com omissões
e de ser eterno
sem blasfemar
– cruz-credo –
ou ficar à deriva
sem abraços ou respostas
mas com sabor
melhor assim.
Gostei da nova casa e das leituras que aqui vim encontrar. Um abraço.
hfm 6 de abril de 2006, às 7:16Helena, obrigado pela visita. Sua presença é sempre bem-vinda! Abraços.
Moacyr 6 de abril de 2006, às 10:13