Miniature silencieuse - III
Sem os ruídos costumeiros, nem o cheiro de âmbar a invadir minha imaginação, descobri estar vazia a casa de que habito o porão. O anjo que ali morava simplesmente se foi. Partiu sem nada dizer. Embora desacostumado com a situação, lembrei-me da solidão que sempre sentira e das preces para obter prazer em apenas viver. Foi quando aqui vim morar. No andar de cima, sem que eu percebesse, o anjo atendia tais pedidos de maneira imprevisível, não linear. Desde então apartei-me da solidão e desfrutei do prazer até hoje, ao descobrir que ele partira com a chegada do outono. Pensando bem, meus desejos foram preenchidos e, seguramente, vivi e aprendi mais do que poderia supor. O intrigante é que, ao acordar pela manhã, notei pegadas de purpurina dourada ao redor de minha cama, semelhantes às que o anjo imprime a cada passada.
Olá Moacir e Eric
Parabéns pela nova casa…
Sempre que posso dou uma passada por aqui e me emociono um bocado…
Muito bonitas as letras que deixas por aqui…
Lindos rastros !!!!
Sinto-me lisonjeada por estar no list…
Obrigado…
Beijão …
Hanah 3 de abril de 2006, às 20:47Olá Hanah,
fico feliz em saber que você nos visita e gosta de ler e ver nosso blog.
Também agradeço o “enlace” seu para cá.
Um beijo, sinta-se bem vinda.
Eric 5 de abril de 2006, às 12:40