Memórias de Eisenach

O ferreiro se alojava num canto da praça e se desdobrava de amor pelo ferro obediente. Na neve, cinzelava a tradição, atropelava o silêncio e o meu olhar sobre a Turíngia. Um menino velho com força desde a raiz dos braços, gostando apenas de se tatuar com fogo. E, como menino, continuava no canto da praça.

2 comentários para “Memórias de Eisenach”

  1. hfm disse:

    Encantatoriamente triste e belo!

  2. Moacyr disse:

    Obrigado, Helena.