Memórias de Eisenach
O ferreiro se alojava num canto da praça e se desdobrava de amor pelo ferro obediente. Na neve, cinzelava a tradição, atropelava o silêncio e o meu olhar sobre a Turíngia. Um menino velho com força desde a raiz dos braços, gostando apenas de se tatuar com fogo. E, como menino, continuava no canto da praça.
Encantatoriamente triste e belo!
hfm 8 de julho de 2006, às 6:03Obrigado, Helena.
Moacyr 10 de julho de 2006, às 0:34