Arquivo da Categoria ‘A pedido’

A pedido – 6

sexta-feira, 8 de julho de 2005

Ó Zileide, sou eu aqui otraveiz! Menina, acho que tô ficano viciada na enternete! O Zuleide, você se alembra da Marcilete, aquela grandalhona que namorava o Wanderleison, o primo do Uóxinton? Se alembra? Pois é, menina, no final do ano passado, ela se mudou pro mesmo conjunto que eu tô morando, você acredita? Mas ela tava com uma pele horrível, mas horrível mesmo. Zileide, ela tava toda descuidada, dizendo que nem arranjava mais namorado, você acredita? Aí eu peguei e falei pra ela: mas também é bem feito! Porque você não se cuida? E daí eu se alembrei dos tempo em que eu vendia os produto de beleza da Linetti e falei para ela: Ó Marcilete, se você tem um pobrema, eu trusse as solução! Como ascistente de beleza me sinto no dever de te avisar: a beleza das mulher acaba si vocês for descuidada! E depois ainda reclama, porque elas fica solteira e no fim de semana acaba se enchendo de torta de liquidificador e de Guaraná Convenção! Ou então arranja uns namorado mixuruca e ainda casa em desespero e, aí, nem Deus dá bença! Deus que me proteja! É porisso é que tem muita mulher com o sistema nervoso. É porque elas não se cuida! E aí, Zuleide, eu nem deixei ela falar mais nadinha e disse pra ela: Marcilete, você tem que se cuidar e a guerra contra a feiúra tem de começar já. Você vai dizer, Marcilete, que dá trabalho, mas a beleza minha querida enxige sacrifícios. Você tem que tratar as imperfeição da pele em vez de usar uns produto qualquer. Porque também se passa produto de beleza demais acaba intochicando a pele e aí num dá certo. E aí ainda fica odiando as vendedora porque os produto de beleza não dá resultado. E eu, Marcilete, já aviso logo: quem odia produtos é porque não segue os conselho das ascistente de beleza que somos nós. E aí, Zileide, tratei logo de aconselhar para ela os produto da Linetti e em pouco tempo ela já tá de novo mexendo com os hormônio da rapaziada, além de ficar muito agradecida com os meus conselho! Depois disso, Zuleide, voltei a fazer carrêra vendendo os produto da Linetti e já estou na correria! Agora mesmo ainda vou dar uns conselho de beleza para uma dona holandeza que mora lá em Aldeia da Serra e para a filha dela que mora no estrangeiro e é casada com um anão, tadinha dela! Ó Zileide, recebe um beijão no coração e agradece o moço do brogue pelas atenção!

A pedido – 5

sexta-feira, 1 de julho de 2005

Ó Zuleide, sou eu di novo! Andei tão sem novidade que eu nem te escrevi mais. É como se diz, novidade em casa de pobre é mês que sobra mantimento na despensa. E por falar nisso, você viu a carestia como tá aumentano? Zileide já nem dá pra comprar um embalage de yakult pro lanche das criança. O barateiro fica tentano a gente com aqueles jornalzinhos de ofertas, mas tá impossível. Mas quando a gente tem sorte, tem mesmo né? Você acredita que no bingo da quermesse ganhei um urso e um bolo salgado embrulhado pra presente que tava uma dilícia? Mas também quando o azar chega num tem quem sigura. Zuleide você se alembra da Rosineusa, a minha afilhada? Pois é, a Rosineusa acabou de passar uma semana aqui em casa porque tava com uns pobrema com o namorado dela, o Uéslei. E isso aqui virou um inferno, Deus que me perdoe. Andei dando uns conselho pra ela fica calma, que quando ela espichasse os pobrema passava, que a fé removia montanhas, como fala o padre Marcelo Rosse, e até comprei umas fita K7 do padre pra ela se acalma. Uma trabalheira e no fim ela com toda aquela metidez de jovem inda falou pra mim: pimenta nos outro é refresco. Tá na cara que ela não queria aresolver os pobrema dela. Quero só ver o dia que ela descobrir que viver é mais difícil que esconder marcas de cesária na barriga. Essas menina só sonha em ser topmodel e fazer sucesso como namorada de jogador de futebol. É cada coisa que acontece, né mesmo? Mas graças a Deus a minha praia é outra. Só tive filho home que dá menas preocupação que filha mulher. E por falar nos meninos, o Alistair e o Júnior continua umas graça. Sabe Zuleide vou aproveitar as carestia para começar um regime de esmagrecer com dicas de beleza e saúde da Linetti, aquela marca dos produto que eu já vendi no ano passado. No verão me aguarde!
Ó Zileide agradece o moço do brogue e que Deus te abençoa muito e receba um abraço meu, da Jandira, do Andrade e dos menino! Fica com Deus! Beijo no coração! Tudo de bom!

A pedido – 4

quinta-feira, 18 de novembro de 2004

Ó Zuleide sou eu di novo! Que Deus te abençoa muito! Menina a vida tá uma correria que nem ti conto. Fui mandada embora do telemarque, os menino tá tudo com gripe, a Jandira dizistiu do curso de cabelelêra e até perdeu o dinhêro da matrícula e o Andrade pegou a mania de virar crente evangélico. E aí eu se pergunto Zileide: pode tudo isso acontecer pra gente de uma veiz? Pode Zuleide? E aí a vida virou de ponta cabeça qui nem qui quando os menino planta bananêra. Zileide quano as preocupação da vida pega e enche a cabeça da gente, a gente tem de ficar calma como diz o Padre Marcelo Rosse depois do terço. Mais aí é que são elas. É difícil viu Zuleide porque os nervo da gente fica tão atacado que nem pensamento bão vem na cabeça da gente. Aí a Jandira de ver o meu dizispêro até falou, vai ver que é inveja das braba das colega falsa lá do telemarque. E aí depois de rezá muito pra afastar essas inveja tudo ficou mais calmo, graças a Deus. Ó Zileide fiquei morreno de medo de ter que tomá de novo aqueles remédio pessiquiátrico pra cabeça que só intochica a gente. Zuleide agora vamos pras notícia boa. A Walcicleide, a filha da Dona Faustina costurêra voltou aqui no conjunto pra me dizer que depois daquela conversa daquele dia que a gente teve ela já tá mais calma também. E que nem fica mais se inchendo o dia inteirinho de pão de batata com catupiri falsificado e de pastel de fêra como eu falei nos conselho. Viu Zuleide como as técnica de pessicologia do convencimento do telemarque funciona? Ela até que ainda me pediu pra dar uns conselho pro irmão dela o Waldocleison pra pôr na cabeça dele que é melhor estudar compultação que virar jogador de futebol. É que ela disse que cansa menos. É cada coisa que acontece com a gente, né mesmo? Bom Zileide quando eu tiver tempo pra conversar de novo eu mando outro zemeiu para você. Agradece o moço do brogue de novo. Um beijo no coração. Pelo menos a gente tá na correria, mas tem fé e continua na luta. Tem gente aí que tá na pior. Ó Zileide o pessoal daqui de casa tá mandando beijo também. Até a próxima, se Deus quiser.

A pedido – 3

quarta-feira, 10 de novembro de 2004

Ó Zuleide sou eu de novo! Mas hoje eu num posso demorar muito porque eu tô numa correria que só vendo! Faltou duas colega aqui do telemarque por causa de que estão com gripi e aí já viu né? Çobra mais trabalheira pra todo mundo, né? Coitada delas mas tá todo mundo com gripe. Também Zuleide com o frio que tá fazeno quem não fica doenti, me diga, me diga? E purcausa dessa correria hoje ainda me atacou as inchaqueca. É como se diz: disgraça poca é bobage! Sabe, Zileide, lá no conjunto que a genti mora fez uma friaje terrível no fim de semana. E aí a gente não sai de casa pra num pegá resfriado e ter que gastar uma purção de dinheiro na farmácia que os remédio tá custando os óio da cara, num é mesmo? Mas fica em casa comendo feito louca, né? E por falar em comida, Zileide eu fiz aquela receita de torta de sardinha de liquidificadô que a sua mãezinha me deu. Zileide ficou uma maravilha de gustusura. Até o Andrade que num liga prá essas novidade repetiu duas vez. Eu só mudei um pouco a receita pra economizá nos ingrediente, que ainda num recebi o salário aqui do telemarque. Mas mesmo assim a torta ficou boa só que um pouco dura. Bom Zileide depois eu mando um outro zemeiu pra contar da Walcicleide, sabe aquela dentuça filha da Dona Wandercília costurêra? Ela foi visitá a gente lá no conjunto no domingo. Menina, ela tá tão gorda que até as minhas criança parou de brincá só pra ficar olhando pra ela! Já pensou? Ó Zileide eu tenho é muita pena de certo tipos de pessoa que não pode comer nada diferente que já engorda. Bom deixa eu voltar pra correria porque num é porque eu se formei em telemarque que eu vou deitar e rolar na cama da fama não! Um beijo no seu coração, tudo de bom. Receba um abraço meu, da Jandira, do Andrade e dos menino. Deus ajude você a conquistar tudo o que você quer, viu? E agradece o moço do brogue por mais esse favor!

A pedido – 2

domingo, 7 de novembro de 2004

Ó Zuleide eu num falei que voltava se arranjava um tempinho? Pois voltei e pra contar uma novidade. Eu já se formei em telemarque e já tô fazeno carrêra. Menina, tô num escritório todo de vidro. Zuleide, na entrada tem um sofá igual que no pograma da Hebe que é um dos meu preferido. Prá mim é o melhor! Só que a gente num pode sentá no sofá, né? A chefa do segundo turno até que é boazinha. Mas a do primeiro é gordinha e meia chata. Ela é tamem meio ezibidinha. Claro né? como ela é gorda é fácil delas ter o rosto bonito né? Dia desses, na primera semana ela pegou e ficou danu bronca nas menina porque ela falou que a gente tava fazeno hora no banhêro. Minha Nossinhora, você acha possível Zuleide? É cada coisa viu? Ela só encherga os defeito dos outro. As menina ficou tão nervosa que até atacou as alergia da minha colega Regileine na horinha. Uma judiação! As colega ficou revoltadas porque a gente é pobre mas é gente. E eu então eu expludi em choro de nervosa e só depois eu se acalmei. Nessas hora Zuleide a gente tem de rezar muito. Aí eu peguei e fiz um pensamento na minha cabeça de ficar um dia inteirinho sem falá com ela. Mas aí então bem na hora do almoço ela até pediu para mim emprestá o catálogo dos bicho de pelúcia que eu tô vendendo. E eu emprestei né! Zuleide você sabe que eu sou coração mole mesmo. E ela é muito parecida com eu. E aí ela até ficou de me dar o endereço do curso de pintura em gesso prá fazer os enfeite de Natal lá de casa. A vida dá tanta volta, né Zileide? E a gente não pode perdê os encinamento! Se ela tratava a gente como gente, a gente dava menas dor de cabeça prá ela né? Mas ela me contou me segredo só prá mim que desde os 10 ano ela já sofre de gordura, coitada. Aí é que tá. As pessoa que come fora de casa acaba engordano. Eu prifiro trazê marmita de casa. Zuleide hoje mesmo eu trusse uns kibinho da festa de ontem das criança com uma guaraná daieti que não dá gazes. O Alistair e o Júnior tão uma graça. Ó Zuleide ainda bem que eu tive só menino. Os menino dá menos trabalho mesmo e são mais agarrado na gente. Menina só dá preocupação, Deus que me perdôe. Zuleide a gente é mulher mas sabe muito bem o trabalho que dá quano fica mocinha, além das variz nas perna! Bom Zuleide a conversa tá boa mas vou pegar e voltar pro telemarque, que cada um tem que cuidar é da sua própia correria na carrêra. Receba abraços bem forte meu, da Jandira que tá quase arrumano emprego no ceu, do Andrade e dos menino e um beijo no coração. Boa sorte prá você e felicidade. Tudo de bom. E agradece o moço do brogue.

A pedido – 1

quarta-feira, 3 de novembro de 2004

Ó Zuleide que Deus te abençoa muito! Já recebi o seu zemeiu, mas tô na correria e num respondi porque fui no shopincent procurar beliche pras criança que tão espichando que só vendo (num cabem mais nos berço). Crianças modo de dizer, porque o Júnior já tá com 10 anos e tá maior que eu. Já o Alistair esse é a minha maior alegria! Eu amo os dois igual, que pra mãe não faz diferença, mas ele é o que dá menos trabalho para mim. Ó Zuleide como as coisas tão cara, né menina? Tá tudo pelo olho da cara, mas a alegria de ter um cd de pupurri do Vanildo dos Teclados num tem preço! Então aproveitei pra comprar antes do Natal. O meu marido é que não gostou (sabe como é homem, né? Fica logo enciumado!). Diz que prefere gospel evangélico. Imagina só! Ó Zuleide, revirei os zóio com a foto da capa do cd: o Vanildo tá com aquela camisa deoncinha! Acho ele mais bonito que o Padre Marcelo Rosse (Deus que me perdoe). Zuleide outra hora a gente se fala melhor, que eu não posso ficar abusando aqui do moço do brogue. Receba um abraço meu, da Jandira, do Andrade e dos meninos. Tchau! Fica com Deus! Beijo no coração! Adoramos você! Se Deus quiser, volto assim que arranjar um tempinho. Tudo de bom!